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Projetos de docentes são premiados e socializados na rede
05/12/2011
Em uma tarde de premiação e emoção, cinco professores da rede municipal de ensino foram premiados por suas práticas pedagógicas exitosas no Prêmio Professor em Ação 2011. A solenidade aconteceu nesta segunda– feira (05), no Teatro da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Cabula. A apresentação musical ficou por conta da professora de música da Escola Municipal São João Batista, Alice De Sanayá.
O Prêmio Professor em Ação 2011 identificou cinco melhores experiências pedagógicas desenvolvidas pelos professores da rede em cinco categorias: Educação Infantil; Séries/anos iniciais do ensino Fundamental; Séries/anos Finais do Ensino Fundamental; Educação Inclusiva e Educação de Jovens e Adultos. Cada docente recebeu R$ 10 mil reais e um troféu.
A premiação, que tem como objetivo de valorizar e reconhecer o trabalho realizado pelo profissional de educação da rede municipal de ensino, além de socializar experiências, é uma realização da Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) através da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico (Cenap).
Para o secretário Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), João Carlos Bacelar, as experiências precisam ser socializadas nas demais escolas da rede. “O dia de hoje, é mais que premiar, é chamar atenção para que essas experiências sejam desenvolvidas por outros professores em outras escolas”, afirmou o titular.
A Coordenadoria Regional da Educação (CRE) Itapuã foi a que teve mais participação dos professores, sendo 27 das 130 práticas inscritas. Para a coordenadora da CRE, Enaide dos Santos, esse número representa o planejamento das aulas que é o principal foco dos seus docentes. “Um planejamento antecipado é resultado de sucesso nas aulas. 90% dos nossos professores chegam à sala de aula com o projeto pronto”, afirmou Enaide.
A vencedora na categoria Educação Inclusiva com a experiência: Saberes... descobrindo, aprendendo e ressignificando: novas tecnologias e aprendizagem no ambiente domiciliar, professora de atendimento educacional domiciliar, Ive Carolina Fiúza, a ideia do projeto surgiu a partir do convívio com o seu aluno João Victor Silva. “Ele não se interessava por atividades no papel, então comecei a utilizar da tecnologia como recurso estruturante do aprendizado, tendo respostas positivas do aluno”, explicou a professora.
“Esse trabalho da professora Ive foi de grande importância para o desenvolvimento do meu filho, como ele não tem condições de frequentar uma escola regular, as aulas em domicílio são maravilhosas. Hoje, o meu filho está sendo alfabetizado” comemorou a mãe de João Victor, Mary Lúcia Silva.
A premiação, que tem como objetivo de valorizar e reconhecer o trabalho realizado pelo profissional de educação da rede municipal de ensino, além de socializar experiências, é uma realização da Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult) através da Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico (Cenap).
Para o secretário Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), João Carlos Bacelar, as experiências precisam ser socializadas nas demais escolas da rede. “O dia de hoje, é mais que premiar, é chamar atenção para que essas experiências sejam desenvolvidas por outros professores em outras escolas”, afirmou o titular.
A Coordenadoria Regional da Educação (CRE) Itapuã foi a que teve mais participação dos professores, sendo 27 das 130 práticas inscritas. Para a coordenadora da CRE, Enaide dos Santos, esse número representa o planejamento das aulas que é o principal foco dos seus docentes. “Um planejamento antecipado é resultado de sucesso nas aulas. 90% dos nossos professores chegam à sala de aula com o projeto pronto”, afirmou Enaide.
A vencedora na categoria Educação Inclusiva com a experiência: Saberes... descobrindo, aprendendo e ressignificando: novas tecnologias e aprendizagem no ambiente domiciliar, professora de atendimento educacional domiciliar, Ive Carolina Fiúza, a ideia do projeto surgiu a partir do convívio com o seu aluno João Victor Silva. “Ele não se interessava por atividades no papel, então comecei a utilizar da tecnologia como recurso estruturante do aprendizado, tendo respostas positivas do aluno”, explicou a professora.
“Esse trabalho da professora Ive foi de grande importância para o desenvolvimento do meu filho, como ele não tem condições de frequentar uma escola regular, as aulas em domicílio são maravilhosas. Hoje, o meu filho está sendo alfabetizado” comemorou a mãe de João Victor, Mary Lúcia Silva.
Secretário Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), João Carlos Bacelar e a cantora e professora de música Alice De Sanayá.
